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    “Será que os meus seios são caídos?” Saiba quais são as referências técnicas da ptose mamária

    A queda ou ptose das mamas é uma das queixas mais frequentes das mulheres em consultório. O problema, que afeta diretamente a autoestima das pacientes, ocorre devido a uma série de fatores, como:

    -> O processo natural de envelhecimento; em que há a perda de elasticidade da pele;

    -> A tendência genética às mamas flácidas, volumosas e com queda;

    -> O crescimento abrupto na puberdade;

    -> O ganho de peso e efeito sanfona;

    -> Ou a uma gravidez.

     

    Mas afinal, o que é considerado um seio “caído”?

    Atualmente, a sociedade tem como preceito de “belo” seios arredondados, com volume na medida certa e com o colo bem marcado, sem que o sulco da mama encoste no abdome. Dito isso, é importante ressaltar que as mamas que fogem a este padrão nem sempre possuem problemas de ordem estética e muitas vezes não têm indicação cirúrgica. Mas afinal, o que é considerado um seio “caído”?  De forma técnica, a ptose mamária pode ser classificada em diferentes graus, que variam de acordo com a intensidade da queda dos seios:

    • Grau I: mínima queda;
    • Grau II: queda, mas com mamilo acima do sulco sub-mamário;
    • Grau III: queda, mas com mamilo na altura do sulco sub-mamário;
    • Grau IV: mamilo abaixo do sulco sub-mamário.

     

    Só um cirurgião plástico saberá avaliar se as mamas têm aspecto apenas natural ou se, de fato, possuem afecções estéticas instaladas, além de determinar o grau de ptose mamária em cada paciente, levando em consideração a estrutura da mama e do tórax da mulher.

    Mastopexia

    A mastopexia ou lifting das mamas é a cirurgia indicada para tratar a ptose mamária, proporcionando a sustentação ou o “levantamento” das mamas com queda.

    A cirurgia é feita com incisões ao redor da aréola e nos vetores vertical e horizontal das mamas. Após ser retirado o excesso de pele, os tecidos da mama são reposicionados para sutura. Em determinados casos, quando a mama natural não possui tecido suficiente para ser reconstruída harmonicamente, indicamos a associação da mamoplastia de aumento, com a colocação da prótese de silicone.

    Dr. Guilherme Ribeiro

    cirurgião plástico que se dedica à cirurgia plástica há mais de 15 anos, em uma trajetória pautada pela ética, excelência técnica e constante atualização.